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domingo, 17 de janeiro de 2010

A Hospedeira


A Hospedeira trata de um romance surreal, onde Stephenie Meyer solta sua imaginação ao criar a 'parasita' Peregrina, uma Alma que viaja entre os mundos espalhados pelo Universo.

O planeta Terra foi tomado por essa espécie alienígena super inteligente, amável, doce e delicada. Apesar de conseguirem tomar o planeta Terra quase completamente, com algumas exceções, são frágeis e mais fracas que os humanos. Porém ao contrário dos humanos, usam a inteligência e não a força.

O livro gira em torno da Alma Peregrina, que foi 'implantada' no corpo de Melanie Stryder, uma rebelde que resiste a ocupação das Almas no planeta. Ao entrar no sistema dos Hospedeiros, as Almas oprimem toda a vontade do corpo hospedeiro, todos seus pensamentos e só utilizam suas memórias, basicamente as usam para viverem as vidas dos humanos hospedeiros.

Mas com Peregrina, uma Alma experiente por já haver passado por oito mundos diferentes, quando a média entre as Almas é de dois a três Mundos, algumas permanecem no Mundo em que nasceram, as coisas porém foram diferentes para ela, Melanie se recusava a abandonar sua vida, seu corpo e entregar todas suas memórias e colocar em risco a vida das duas pessoas que ela mais amava, Jared o homem de sua vida e Jamie seu irmão mais novo, que ainda resistiam.

Peregrina tentava passar pelos bloqueios que Melanie criava insistentemente, mas Melanie resistia, e estranhamente Peregrina sem se dar conta começou a gostar de Melanie, começou a permitir sua presença, quando antes ela deveria oprimi-la até Melanie desistir e se render.

Peregrina (e Melanie) começam a ser perseguidas pela Buscadora* designada para obter as informações tão preciosas nesse momento, as informações de onde estariam os outros humanos resistentes, mas essa era a memória que Melanie mais protegia. Cansada de ter uma Buscadora no seu pé, Peregrina resolve procurar o primeiro Curandeiro** com quem teve contato, o mesmo que a 'implantou' em Melanie. Claro que a Buscadora a seguiria até Tucson, onde estava o Curandeiro Águas Profundas, porém Melanie, ou melhor o corpo dela, se sentia enjoada ao viajar de avião, então Peregrina resolve viajar de carro.

Quando sozinhas Melanie mostra memórias a Peregrina que a fazem querer encontrar Jared, memórias essas que a fazem amar Jared e Jamie assim como Melanie os ama e querer protegê-los. Então começo assim a busca delas pelo esconderijo mencionado pelo tio Jeb, um homem de meia idade meio louco, irmão do pai de Melanie. A caminhada delas pelo deserto é exaustiva, quando percebem que estavam andando pro lado contrário, elas quase morrem desidratadas. São encontradas por Jeb, ele constata que Melanie estava com uma Alma, mesmo assim dá água e a deixa no deserto. Na manhã seguinte volta com vários humanos resistentes, com armas empunhadas, facões, apesar de toda confusão eles a leva para dentro do esconderijo.

Muitas coisas acontecem no esconderijo dos últimos sobreviventes, Peregrina ganha um apelido crido por Jeb, ela passa a ser chamada de Peg, Jamie se apega a ela, ela começa a falar com os resistentes sobre suas viagens entre os mundos, todos começam a aceitá-la, porém os mais importantes não estavam presentes, Jared estava em um incursão junto com o brutamontes Kyle que não aceitava Peg de modo algum. Quando chegam a confusão começa, Jared tenta matá-la, mas Jeb não deixa, ele promete a Jamie que não a faria mal.

Peg ganha um aliado, além de Jeb, Jamie e Doc, ela tem um grande amigo em Ian, irmão de Kyle, além de fazer amizade com mais alguns moradores da caverna, Walter, Trudy, Wes, Lily, Heath. Amigos sinceros que ela poderia contar.

Várias coisas acontecem na trama, muito atraente, interessante, intrigante e surpreendente. Algumas vemos começando a florescer. Eu particularmente torcia para um fim, que dessa vez Stephenie realizou.

As coisas acontecem gradativamente, os pontos altos são quando ela é beijada, algumas vezes e podem me bater, me torturar, mas não digo por quem, quando ela quase morre, e também não digo porque, nem como e nem quando e sua primeira incursão pra buscar remédios no posto de saúde das Almas.

Alguns acontecimentos são chatos, por exemplo, algumas mortes tristes, a chegada a Buscadora que persegue Peg mesmo quando todos já havia, desistido, e o penúltimo capítulo. Sério, quase tive uma síncope, a Stephenie é muito malvada, ela sabe deixar uma pessoa vidrada nas suas obras, ela tem o dom de nos matar de curiosidade, ansiedade, medo e desespero. Confesso que chorei litros no fim do livro.

A Hospedeira é uma boa leitura para quem gosta de emoções fortes, adrenalina, e principalmente amor. Eu não li A Hospedeira, eu devorei, o livro é tão viciante que não conseguia parar, passei a noite em claro lendo o livro, mas adorei o desfecho maravilhoso dado pela Stephenie.



Conheça um pouco mais sobre o livro:

Um romance inesquecível sobre a obstinação do amor e o significado de ser humano:

“É um livro de ficção científica que não parece ficção científica – é sobre um triângulo amoroso com apenas dois corpos. O que mais gostei nesse livro foi de explorar o amor de ângulos tão diferentes. O amor pela comunidade, pelo próprio ‘eu’, pela família – o amor romântico e o amor platônico.” –
Stephenie Meyer

Melanie Stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.

Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.

Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

Críticas:

“A Hospedeira corresponde às expectativas de sua fama: combina ficção científica e romance de uma forma que nunca dera tão certo.” – Library Journal

“Com cenas inesquecíveis e perturbadoras que apontam questões fascinantes sobre distinções entre a essência da humanidade e seu corpo físico, é uma leitura arrebatadora.” – Booklist

“Um thriller de ficção científica atormentador.” Publishers Weekly

Ficha Técnica:

Tradução: Renato Aguiar
Editora: Intrínseca
Autora: STEPHENIE MEYER
ISBN: 9788598078595
Origem: Nacional
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 560
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

_____________________
* Buscadora: Almas designadas à encontrar humanos resistentes, as unicas almas que conseguiam mentir e conseguiam agir com violência, porém não tão aflorada como a violência entre os humanos.
** Curandeiro: Uma espécie de médico, psicólogo, conselheiro, entre as Almas, eles dão conselhos, curam e ouvem seus problemas, sempre tentando ajudar e resolver seus problemas e suas dificuldades de adaptação.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O Vendedor de Sonhos - O Chamado de Augusto Cury


Há algum tempo atrás eu li "O Vendedor de Sonhos - O Chamado", e gostei muito do livro, principalmente as citações e os pensamentos do 'vendedor de sonhos'. Muitas lições para se aprender, motivos para pensar.
Gostei tanto do livro, que pensei em dividir algumas das melhores partes, na minha opinião, com meus leitores.

Logo no ínicio da jornada com o personagem principal. Nos deparamos com um ensinamento sobre suicídio.

O 'vendedor de sonhos', encontra com Júlio César que por uma série de fatores decidiu interromper sua vida. Do alto de um edifício ele planejava se jogar, estava pronto para isso, ou pelo menos acreditava estar.
O vendedor de sonhos, ao contrário do chefe de polícia e do psiquiatra que tentaram dissuadir Júlio César dessa idéia, simplesmente se sentou no parapeito do edifício, tirou do bolso um sanduíche e começou a cantarolar.
Júlio César queria saber quem era esse homem que ao invés de tentar convênce-lo a não se matar, simplesmente se sentava ali e comia seu sanduíche como se nada estivesse acontecendo. Ele se sentiu desprestigiado, afrontado, desrespeitado em seus sentimentos. E aos berros mandou que o homem enigmático parasse com aquela música, que ele ia se jogar. Diferente do que se esperava o estranho homem reagiu:

- Você quer fazer o favor de não perturbar meu jantar?!
O suicida ficou sem reação, pensando consigo mesmo: "Não é possível! Achei alguém mais maluco do que eu".

Depois de conseguir deixar o suicida muito pensativo com muitas perguntas, o 'vendedor de sonhos' teve o atrevimento de provocá-lo ainda mais:

- Cuidado! Pensar é perigoso, principalmente para quem quer morrer. Se quiser se matar não pense.
Conseguiu o que queria, fisgou o suicida que ficou ainda mais pensativo. E então o 'vendedor de sonhos' falou:

- Não pense! Porque, se você pensar, vai perceber que quem se mata comete homicídios múltiplos: mata primeiro a si, e depois, aos poucos, os que ficam. Se pensar, entenderá que a culpa, os erros, as decepções e as desgraças são privilégios de uma vida consiente. A morte não tem esses privilégios!

Em outro trecho ele levanta a voz para responder a Júlio César que diz:

- Não vejo motivo para continuar esta merda de vida!
- Merda de vida? Mas que ingratidão! Seu coração, nesse instante, deve estar querendo rasgar seu tórax e protestar com lágrimas de sangue o extermínio da vida! - e com uma rara eloquência, mudou o timbre, tentando traduzir a voz do coração do suicida: - "Não! Não! Tenha compaixão de mim! Eu bombeei seu sange incansavelmente, milhões de vezes. Supri suas necessidades... fui o mais fiel dos escravos. E qual é o meu prêmio? Qual a minha recompensa? Uma morta estúpida! Você quer interromper minha pulsação só para estancar seu sofrimento. Ah! Mas que tremendo egoísta você é! Quem me dera eu lhe pudesse bombear coragem! Enfrente a vida, seu egocêntrico!" - e, instigando o suicida, pediu que ele prestasse atenção no peito para perceber o desespero do seu coração.
- Já me sentenciei a morte. Não há esperança.
- Você já se sentenciou? Você sabia que o suicídio é a condenação mais injusta? Porque quem se mata executa contra si mesmo uma sentença fatal sem ao menos se dar o direito de defesa. Por que se autocondena sem se defender? Por que não se dá o direito de argunmentar com seus fantasmas, encarar suas perdas e lutar contra suas idéias pessimistas? É mais fácil dizer que não vale a pena viver... Você é realmente injusto consigo mesmo!
- Quem é você?
- Quem sou eu? Como ousa perguntar quem eu sou se não sabe quem você é? Quem é você, que procura na morte silenciar sua existência diante de uma platéia assombrada?
- Eu? Quem sou eu? Sou um homem que em poucos momentos deixará de existir. E já não saberei quem sou eu e o que fui.
- Pois eu sou diferente de você. Porque você parou de procurar a si mesmo. Tornou-se um deus. Enquanto eu diariamete me pergunto: "Quem sou?" - E mostrando astúcia, fez outra pergunta: - E quer saber qual é a resposta que encontrei?
O suicida, constrangido, meneou a cabeça, dizendo que sim. O 'vendedor de sonhos' prosseguiu:
- Eu lhe respondo se primeiramente me responde. De que fonte filosófica, religiosa ou científica você bebeu para defender a tese de que a morte é o fim da existência? Somos átomos vivos que se desintegram para nunca mais resgatar a sua estrutura? Somos apenas um cérebro organizado ou temos uma psique que coexiste com o cérebro e transcende seus limites? Que mortal o sabe? Você sabe? Que religiosa pode defender seu pensamento se n~´ao usar o elemento fé? Que neurocientista pode defender seus argumentos se não usar o fenômeno da especulação? Que ateu ou agnóstico pode defender suas idéias sem margem de insegurança e sem distorções? - e antes de receber qualquer resposta, de quem o ouvia, deu um ultimato:
- Somos dois ignorantes. A diferença entre nós é que eu reconheço que sou.

Uma chuva de palavras, com grande poder de persuasão, não é difícil saber o final dessa conversa. Claro que o 'vendedor de sonhos' conseguiu disuadir Júlio César da sua inicial vontade. Um homem de 40 anos que perdeu o pai vítima da mesma decisão que minutos antes ele tomara, quando tinha apenas 6 anos. Viu seu pai sangrando no chão após ouvir o disparo. Mal começava a vida e já perdia a infância, sua inôcencia. Sua mãe, viúva e pobre, tinha de trabalhar fora, lutou muito porém contraiu um câncer e morreu quando ele tinha doze anos. Foi criado por tios, passava de casa em casa. Foi um adolescente irritadiço, pouco afeito às festas de família. Pudera: não poucas vezes, era tratado como empregado e tinha de se calar.
Júlio César havia desenvolvido uma personalidade agressiva. Era pouco sociável, tímido e intolerante. Sentia-se feio e mal-amado. Para não se destruir, compensara seus conflitos no estudo. Com dificuldades, entrou para a universidade e tornou-se um aluno brilhante. Trabalhava durante o dia, ia para a faculdade à noite, estudava nas madrugadas e nos finais de semana. Tornou-se um professor respeitadíssimo. Casou-se teve um filho, João Marcos. Mas não foi um bom amante nem bom pai. O tempo passou, e se apaixonou po uma aluna quinze anos mais jovem. Tentou seduzi-lá, comprá-la, contraiu dívidas. Acabou com seu crédito e perdeu sua segurança, e no fim ela o abandonou. Sua esposa descobriu seu caso e o abandonou também. Quando ela se foi ele percebeu que ainda a amava, não podia perdê-la! Tentou reconquistá-la, mas ela estava cansada do intelictual que nunca fora afetivo, que era pessimista, deprimido e ainda por cima falido. Deixou-o.
João Marcos, seu filho, caiu no mundo das drogas. Agressivo sempre o acusou de nunca ter brincado ou ter sido amável, companheiro e amigo. Foi várias vezes internado. Mora em outro estado e se recusa a falar com ele. Resumindo, desde os cinco anos, ele conleciona incontáveis abandonos. Alguns por culpa dos outros, outros por sua própria culpa.

Esses foram os motivos para Júlio César pensar em acabar com sua vida.
Isso nos faz pensar: Esses são motivos suficientes para acabar com uma vida, parar os batimentos do seu coração? São esses motivos suficientes para tomar lugar de DEUS, usando o poder de interromper uma vida?
Não sei, pra alguns pode parecer que não, que essa pessoa é fraca, não sabe lidar com os problemas. Quem sabe? Pode ser, mas talvez pode não ser. O sofrimento para ela pode ser tão grande, que ela imagina que a única solução é se matar. Mas nós temos o direito de interferir na vontade de DEUS? Temos o direito de acabar com a maior obra criada pelas mãos do SENHOR?
Eu acho que não, acho que não podemos nos colocar no lugar do NOSSO CRIADOR, interrompendo nossa vida. Por maior que seja o problema, nada é maior que o PODER e o AMOR de DEUS nas nossas vidas. Nada é capaz de ofuscar o brilho e a luminosidade que só DEUS pode ter.
Essa história foi escrita por um escritor, inventada e imaginada por ele, mas muitos estão com esses mesmos problemas, estão passando pelas mesmas coisas que Júlio César passava. Porém não devemos nos render aos problemas, não devemos nos curvar para as adversidades da vida.

Jesus disse: Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. (Mt 5.21)

Você pode acabar com o seu sofrimento rápido, mas fará outros sofrerem ainda mais com sua morte.
Lembre sempre que: Não existe impossível para DEUS, basta apenas você crer na sua palavra.

(Alguns trechos tirados do Livro 'O Vendedor de Sonhos - O Chamado' de Augusto Cury, editora Academia, todos os direitos reservados)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sessão J. R. R. Tolkien

Ele é um dos meus escritores preferidos, J. R. R. Tolkien, escritor de O Senhor dos Anéis, O Hobbit e muitos outros. Juntei alguns títulos escritos por esse escritor maravilhoso.


O Hobbit
“Num buraco no chão vivia um hobbit”. Com essa frase, escrita em 1937, J.R.R. Tolkien mudou a ficção. Foi o início de um novo tipo de fantasia, de histórias longas e complexas sobre mundos distantes, sem as quais dificilmente teria existido os jogos RPG ou filmes como “Guerra nas Estrelas”. “O Hobbit” é a obra que antecede a saga conhecida como “O Senhor dos Anéis”, composta de 3 livros. Neles desfilam dragões, trolls, orcs e bravos guerreiros, mas nada que se compare aos pequenos hobbits, seres do tamanho de crianças, que ficam sentados em frente a suas lareiras, esquentando seus corpos peludos. Geralmente pouco aventureiros, os hobbits não gostam de viagens ou estranhos, mas um deles, chamado Bilbo, quebra essa regra após partir na companhia de um mago em busca do tesouro roubado dos anões pelo dragão Smaug.


01 - A Sociedade do AnelContinuação de "O Hobbit" e início da trilogia "O Senhor do Anéis", o livro revela como surgiram os anéis mágicos e como um grupo de magos, elfos e outros seres se formou para impedir que o maligno Sauron dominasse toda a Terra Média.
Adaptado para o cinema, O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel foi ganhador de 4 Oscar.





02 - As Duas Torres
A peregrinação de Frodo e seu grupo sofre um ataque nas montanhas dos anões, neste que é o segundo livro da série “O Senhor do Anéis”. Uma criatura mágica que vivia dentro da terra é despertada pela presença deles e ataca furiosamente o mago Gandalf. Este não consegue suportar a magia da criatura e com ela cai penhasco adentro, até desaparecer. Boromir, o cavaleiro do sul, é tentado pelo poder do “Um Anel e tenta roubá-lo para ajudar seu povo. O resultado é que a comitiva vai se desfazendo pouco a pouco até sobrarem somente Frodo e Sam, que descem o grande rio Anduin na direção das muralhas de Mordor, moradia de Sauron. Mas eles não estão sozinhos. Um estranho ser continua a seguí-los e vigiá-los enquanto eles dormem. O destino da Terra Média continua indefinido





03 - O Retorno do Rei
Volume final da trilogia “O Senhor dos Anéis”em que o escritor narra como acabou a Guerra do Anel, o que aconteceu no confronto dos homens com os exércitos de Mordor e Saruman e o destino de Gollum e do Um Anel.


O Silmarillion
O Silmarillion, publicado depois da morte de Tolkien, é uma reunião das histórias e mitos que antecedem os fatos narrados em O Senhor dos Anéis.
Conta a criação do mundo e os conflitos da Primeira Era, quando os Elfos declararam guerra a Morgoth, o Senhor das Trevas, para recuperar as Silmarils, três jóias luminosas de grande poder.


Contos InacabadosPublicado postumamente por seu filho Christopher em 1980, traz outras facetas da mitologia criada por Tolkien. É dividido em três partes, correspondendo a cada uma das eras da Terra Média. Por ser uma obra inacabada, muitos dos contos terminam de forma abrupta, ou têm dois finais, mostrando ao leitor como se dava o processo criativo do escritor. O livro conta com notas feitas por seu filho, um mapa da Terra Média (que também está na edição do "Senhor dos anéis"), um mapa da ilha de Númenor e índice onomástico.


Os Filhos de Húrin
Num tempo muito remoto, muito, muito antes de O Senhor dos Anéis, um grande país se estendia para além dos Portos Cinzentos a Ocidente: terras por onde outrora caminhou Barba de Árvore mas que foram inundadas no grande cataclismo com que findou a Primeira Era do Mundo.
Nesse tempo remoto, Morgoth habitava a vasta fortaleza de Angband, o Inferno de Ferro, no Norte; e a tragédia de Túrin e a sua irmã Nienor desenrola-se sob a sombra do medo de Angband e a guerra forjada por Morgoth contra as terras e cidades dos Elfos.
Hurin, um dos maiores guerreiros humanos quando a Terra Média ainda era jovem, é aprisionado por Morgoth e amaldiçoado por se recusar a trair os elfos. Accorrentado de forma mágica a uma cadeira num alto pico, é forçado cruelmente a assistir a todos os males que se abateram sobre a sua própria família. O seu filho, Túrin, faz jus í memória do pai, mas ao longo das suas inúmeras batalhas, tragédia marca todas as suas acções e todos os que o amam.

"As mais antigas versões desta história remontam ao final da primeira Guerra Mundial e aos anos que se seguiram; mas, muito depois, quando O Senhor dos Anéis estava terminado, ele escreveu-a de novo fê-la crescer grandemente em complexidade: ela tornou-se a história dominante no seu trabalho final sobre a Terra Média. Mas o meu pai não consegui levá-la a uma forma final e acabada. Neste livro, tentei construir, após um longo estudo dos manuscritos, uma narrativa coerente, sem qualquer intervenção editorial." Christopher Tolkien


As Aventuras de Tom Bombadil
Era uma vez um inocente boneco de casaco azul e botas amarelas, que pertencia a um menino inglês chamado Michael. O pai desse garoto era um professor muito criativo, que costumava inventar histórias para divertir os filhos. Um belo dia ele resolveu incluir o simpático bonequinho em uma daquelas histórias, que depois ele transformou em um poema. O ano era 1933, o pai do menino se chamava John Ronald Reuel Tolkien, e o nome do boneco era Tom Bombadil. Assim começa a história do maior mistério de toda a extensa obra de Tolkien. O poema “As Aventuras de Tom Bombadil”, publicado pela primeira vez em 1934, introduziu, além do próprio Tom, Fruta d’Ouro, o Velho Salgueiro Homem e as Criaturas Tumulares. Anos depois, quando começou a escrever o Senhor dos Anéis como uma continuação para o Hobbit, inclusive mantendo o mesmo estilo leve e divertido, Tolkien decidiu inserir o velho Tom em seu novo livro. Essa tarefa se mostrou bastante fácil, uma vez que o personagem já estava pronto. Só foi preciso trocar a pena de pavão que ele usava no chapéu por uma pena de cisne. Afinal, não havia pavões na Terra-média!


Mestre Gil de Ham
Esta divertida história, escrita pelo autor de O Hobbit, é ambientada no vale do Tâmisa, na Inglaterra, num passado maravilhoso e distante, quando ainda existiam gigantes e dragões. Seu herói, Mestre Gil, é na realidade um fazendeiro totalmente desprovido de heroísmo, mas que, graças à boa sorte e à ajuda do cachorro Garm, da égua cinzenta e da espada mágica Caudimordax (ou Morde-cauda), amansa o dragão Chrysophylax e ganha enorme fortuna. Esta edição inclui o texto publicado pela primeira vez em 1949, com as ilustrações originais de Pauline Baynes, as quais Tolkien considerava um acompanhamento perfeito para a história. Também inclui, publicadas pela primeira vez, a mais antiga versão escrita da história e as anotações de Tolkien para uma possível continuação. Como O Hobbit e Roverandom, Mestre Gil de Ham foi criado por J. R. R. Tolkien, inicialmente, para entreter seus filhos, mas a história cresceu e se tornou mais sofisticada. Sua versão final é indicada para leitores de todas as idades que apreciem uma boa história, relatada com imaginação e bom-humor.


Roverandom
Em 1925, durante as férias, o pequeno Michael Tolkien perdeu, na praia, um cãozinho de brinquedo que ele adorava. Para consolá-lo, o pai, J. R. R. Tolkien, inventou uma história sobre um cachorro de verdade que é transformado em brinquedo por um mago e enviado por um "feiticeiro-da-areia" í Lua e ao fundo do mar. Mais de 70 anos depois, as aventuras do cachorro Rover, também conhecido pelo nome de "Roverandom", foram publicadas na Inglaterra. Elas foram organizadas a partir do texto original por Christina Scull e Wayne G. Hammond. Divertido e rico em jogos de palavras, Roverandom agradará a todos os leitores que gostam de uma boa história.


Sobre Histórias de FadasJ.R.R. Tolkien criou um mundo de elfos e dragões, magos e orcs, a Terra Média. Lingüista excepcional, criou inclusive um idioma, o élfico. É espantoso imaginar de onde Tolkien tirou inspiração para um universo tão complexo e encantador. É o que o leitor pode aprender em Sobre Histórias de Fadas. O livro é composto por um ensaio, ´´Sobre Histórias de Fadas´´, e um conto, ´´Folha por Niggle´´. O ensaio, essencial para quem quer compreender as influências e técnicas que Tolkien utilizaria em O Senhor dos Anéis, é baseado numa conferência de 1939. Tolkien procura as bases para o ´´conto de fadas´´, das adaptações infantis de Perrault e dos irmãos Grimm até os mitos nórdicos do Edda. O escritor usa seu conhecimento acadêmico para demonstrar que as histórias sobre fadas têm um caráter mágico e mítico. Tolkien analisa a nossa relação com o ´´Belo Reino´´, e demonstra como as histórias sobre fadas dizem não somente sobre um mundo fantástico, mas também sobre a nossa própria realidade. ´´Folha por Niggle´´, conto publicado originalmente em 1945, serve de exemplo para o ensaio, e conta a história de um pintor mesquinho que sempre é atrapalhado pelos seus vizinhos enquanto tenta terminar seu quadro - uma árvore no meio de uma floresta. Numa alegoria da redenção, Niggle passa maus bocados na mão de uma instituição obscura, para mais tarde descobrir como deve ser a verdadeira floresta que deveria pintar.



As Cartas de TolkienFinalmente chegou em lingua portuguesa um dos livros mais importantes para quem quer entender mais sobre a obra e a vida de um dos mais influentes autores do século XX. Com essa coletânea de cartas podemos destrinchar pontos muitas vezes obscuros no Senhor dos Anéis ou no Silmarillion e ver a interpretação da obra feita pelo próprio autor. Essa edição é relmente primorosa, tanto pela tradução, quanto no esmero no layout interno e na capa, além de contar com um ótimo Índice Remissivo que permite encontrar facilmente os diversos assuntos abordados no livro. Indispensável para todos os fãs de Tolkien!



Fonte: Romances Sobrenaturais
 
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