quarta-feira, 7 de abril de 2010

1 ano e 11 meses!


1 ano e 11 meses! Gostaria de dizer que são só de alegrias, mas não posso. Quem pode?

O que posso dizer é que apesar das diferenças, das discussões, da distancia, das decepções e dos desentendimentos, foi um ano e 11 meses de amor, alegrias, entendimento, companheirismo... Foi um ano e 11 meses de namoro de duas pessoas normais, imperfeitas, mas cheias de qualidades.

Qualidades que algumas vezes ficaram escondidas diante de alguma situação, mas que sempre estiveram presentes dentro de nós.

Lembro de momentos felizes, muito mais do que momentos tristes e é isso que me mantém ao seu lado, porque sei que apesar de algumas vezes discordarmos de algo, apesar de algumas vezes discutirmos por bobagens você é a pessoa que escolhi pra minha vida.

Podemos ter diferenças, discordar em certos pontos, mas apesar disso e por isso nos completamos e nos entendemos.

Eu te amei nesse um ano e 11 meses e vou continuar te amando.

Eu aprendi


Eu aprendi que por mais que nos esforcemos, por mais que nos dedicarmos, nunca conseguiremos agradar os outros. Porque nada do que fizermos será o suficiente.
Aprendi que as coisas não acontecem quando e nem como queremos, tudo tem seu tempo e sua forma de acontecer.
Aprendi também que não adianta tentar segurar uma coisa que já esta fadada ao fracasso, é ruim pra você e pra todas as pessoas envolvidas.
Aprendi que não se deve forçar uma situação quando só você quer que tal coisa aconteça.
Aprendi que não podemos mudar ninguém, que mesmo que tentemos ninguém muda por nossa vontade e sim pela sua própria.
Aprendi que não devemos apontar os erros das outras pessoas, quando nós cometemos as mesmas falhas.
Aprendi que em um relacionamento temos que ser tolerantes, compreensivos e sempre respeitar a escolha e decisão da pessoa que está com você.
Aprendi que nem sempre temos tudo que queremos.
Aprendi que temos que agir com responsabilidade e sempre respeitar as pessoas e seus sentimentos.
Aprendi que não adianta gritar quando todos se fazem de surdos.
Aprendi que ser alguém na vida, não depende do que você tem na vida, mas de quem é por dentro.
Aprendi que apesar de amar certas coisas, em algum momento da sua vida você deve abrir mão pra continuar sendo feliz.
E por fim aprendi que a felicidade depende de você e não dos outros e que ela existe dentro de cada individuo, grande ou pequeno, rico ou pobre, feio ou bonito, gordo ou magro. É só saber enxergá-la dentro de si mesmo e nada nem ninguém conseguira tirá-la de você.

(Mary Ellen Machado)

Querer não é poder


Muitas vezes queremos coisas que estão fora do nosso alcance. Queremos que pessoas mudem, queremos que coisas boas aconteçam sempre, queremos que a vida seja menos complicada e o convívio com pessoas flua facilmente.

Mas não temos poder sobre isso. Não podemos mudar as pessoas com a força do nosso pensamento, não podemos obrigá-las a mudar só pra satisfazer as nossas vontades e não podemos nos culpar por isso.

Não podemos só ter boas noticias, coisas ruins acontecem com qualquer um, e não podemos desanimar no primeiro não, na primeira decepção, no primeiro plano fracassado e muito menos no primeiro amor perdido.

Não podemos descomplicar o que já nasceu pra ser complicado, ninguém é igual a ninguém e por isso o convívio com pessoas se torna difícil, temos que aprender a lidar com as diferenças e isso nem sempre é tão fácil quando gostaríamos que fosse.

Vemos muitos relacionamentos acabarem por falta de compreensão, companheirismo, entendimento, e não digo só de casais, digo de relacionamento de amigos, de famílias, qualquer tipo de relacionamento, quando não aprendemos com as diferenças um dia chega ao fim, e pode ser difícil, dolorido, mas é o fluxo natural das coisas, afinal se não conseguimos entender o que acontece com as pessoas nos seus mais íntimos, não podemos ajudá-las e compartilhar momentos agradáveis juntos.

Acredito que tudo se baseia na conversa, tudo se resolve com dialogo, mas nem sempre é possível ter essa conversa. Então ai devemos nos ater as qualidades das pessoas e não nos seus defeitos, no começo pode até parecer que ela só tem defeitos, ou que seus defeitos são tantos, que apesar de ter muitas qualidades elas ficam apagadas por causa dos defeitos.

Mas quem não erra? Quem é perfeito ao ponto de sempre agradar, sempre acertar e não tem nenhum defeitozinho se quer?

Eu te respondo: NINGUÉM!

Eu nada sei da vida, a única coisa que eu sei é que nada, nem ninguém é perfeito e por mais que queremos que tudo seja fácil, que tudo seja perfeito, não vamos conseguir, porque afinal de contas que graça teria se todos fossem perfeitos, se todos não tivesse nenhum defeitinho pra dar mais destaque a sua qualidade?

O que seria do azul se todos gostassem do amarelo?

Queria poder mudar o mundo, transformá-lo num lugar melhor pra se viver, com pessoas mais compreensivas, mais dedicadas aos relacionamentos interpessoais, mais responsáveis, mais companheiras. Mas não posso, então tenho que me conformar em viver nesse mundo imperfeito, mas real. E me ajustar as realidades de hoje, aprender a ouvir palavras duras sem deixar que entrem no meu coração, entender que nem sempre estamos num dia bom, que nem sempre estamos de bom humor, mas que sempre devemos lembrar que ninguém tem culpa dos nossos problemas, e que não devemos descontar nas pessoas as nossas raivas, frustrações e decepções. Talvez se todos pensassem assim, se todos agissem assim teríamos uma sociedade com mais respeito entre as pessoas.

Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar nossa forma de agir e pensar, sem julgar as pessoas, quando muita das vezes o que apontamos na outra pessoa são os nossos próprios erros e defeitos.

(Mary Ellen Machado)

Reflexo


Uma empresa estava em situação muito difícil. As vendas iam mal, os empregados estavam desmotivados,os balanços há meses não saíam do vermelho. Era preciso fazer algo para reverter esta situação. Ninguém queria assumir nada. Pelo contrário: o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa. Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa para reverter aquele processo.

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz, onde estava escrito: "Faleceu ontem a pessoa que impedia o seu crescimento na empresa. Você está convidado para o velório, que acontecerá no pátio da empresa."

Inicialmente, todos se entristeceram pela morte de alguém, mesmo sem saber quem era, mas depois ficaram curiosos para conhecer aquele que estava bloqueando o crescimento de todos. A agitação no pátio da empresa foi tão grande que foi preciso chamar a segurança para organizar a fila do velório.

Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação ia aumentando. "Quem será que estava atrapalhando o meu progresso? Ainda bem que esse infeliz morreu!" Um a um, os funcionários aproximavam-se do caixão, agitados. Ao olhar o defunto, engoliam em seco, ficando no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma. O que havia no caixão?

Apenas um espelho...

Só existe uma pessoa capaz de limitar seu próprio crescimento: você mesmo.

(Autor desconhecido)

terça-feira, 6 de abril de 2010

MILAGRE DA VIDA


Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.

A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.

Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal.

Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais: "Preparem-se para o pior. Existem poucas esperanças".

Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral. Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.

Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha. "Eu quero cantar pra ela", ele dizia.

A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.

Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"

Ela levou Michael até a incubadora. Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha: "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro"

Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. "Você não sabe querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada. "Outra noite, querida eu, sonhei que você estava em meus braços..." O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael." A enfermeira começou a chorar. "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...Por favor, não leve o meu sol embora..."

No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.

O Woman's Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão". Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Karen chamou de milagre do amor de Deus.

NUNCA ABANDONE AQUELE QUE VOCÊ AMA. O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO

O AMOR NA VISÃO DAS CRIANÇAS


"Amor" foi o tema de pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia a um grupo de crianças entre 4 e 8 anos, nos EUA, e transcrito no jornal "O que é o amor?"

* Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta - Nikka, 6 anos
* Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô desde então, pinta as unhas para ela, mesmo quando ele tem artrite - Rebecca, 8 anos

* Amor é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca loção pós-barba, aí eles saem juntos e se cheiram - Karl, 5 anos

* Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente - Billy, 4 anos

* Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela - Chrissy, 6 anos

* Amor é quando alguém te magoa, e você mesmo muito magoado não grita porque sabe que isso fere seus sentimentos - Samantha, 6 anos

* Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele - Danny, 6 anos

* Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso. Aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda- Mathew, 7 anos

* Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois - Jenny, 4 anos

* Amor é quando mamãe vê o papai suado e mau cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford - Chris, 8 anos

* Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo, era a única pessoa fazendo isso e eu já não sentia medo- Cindy, 8 anos

* Amor é quando você fala para um garoto que linda camisa ele está vestindo e aí ele a veste todo dia - Noelle, 7 anos

* Quando você ama alguém seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de você - Karen, 7 anos.

* Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro - Mary Ann, 4 anos

* Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras - Lauren, 4 anos

* Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muitos amigos mesmo se conhecendo há muito tempo - Tommy, 6 anos
E você, como definiria o amor?

MANEIRA DE DIZER AS COISAS


Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.

- Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.

- Mas que insolente! - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!

Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.

Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:

- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:

- Não é possível ! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.

- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...

Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.

Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.

A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.

Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dizê-la a nós mesmos diante do espelho.

E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento.

Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença é a maneira de dizer as coisas...
 
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