segunda-feira, 15 de março de 2010

Fotos preferidas

Umas fotinhas minhas que gosto... são umas das minhas preferidas.





Porque as pessoas sofrem?


— Vó, por que as pessoas sofrem?
— Como é, minha neta?
— Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
— Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
—Vó...
—Oi...
— Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.
— É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?
—Não, Vovó.
— Você lembra da estorinha do Patinho Feio?
— Lembro.
— Então... o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
— O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
— Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
— É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
— É por isso! Viu como você é esperta?
— Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?
— Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?
—O que?
— Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
— Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
— Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
— É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
— Não entendi, minha filha?
— Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro...
— Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
— Todos nós somos, querida. Em parte.
— Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
— Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
— E aí viramos cisnes?
— Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.
— Aonde você vai?
— Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!
A boa vovó apenas sorriu!

sábado, 13 de março de 2010

Trabalhos manuais

Esses guardanapos foram pintados por mim. Não sou nenhuma especialista em pintura, mas até que ficaram bons não acham?



O sapo e a água quente.

Vários estudos biológicos demostram que um sapo colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, mesmo que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento de temperatura (mudanças de ambiente) e morre quando a água ferve. Inchado e feliz.

Por outro lado, outro sapo que seja jogado nesse recipiente com a água já fervendo, salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!

Às vezes, somos sapos fervidos. Não percebemos as mudanças. Achamos que está tudo muito bom, ou que o que está mal vai passar – é só questão de tempo. Estamos prestes a morrer, mas ficamos boiando, estáveis e apáticos, na água que se aquece a cada minuto.

Acabamos morrendo, inchadinhos e felizes, sem termos percebido as mudanças à nossa volta. Sapos fervidos não percebem que além de ser eficientes (fazer certo as coisas), precisam ser eficazes (fazer as coisas certas). E para que isso aconteça, há a necessidade de um contínuo crescimento, com espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para dividir e planejar, para uma relação adulta. O desafio ainda maior está na humildade em atuar respeitando o pensamento do próximo.

Há sapos fervidos que ainda acreditam que o fundamental é a obediência, e não a competência: manda quem pode, e obedece quem tem juízo. E nisso tudo, onde está a vida de verdade? É melhor sair meio chamuscado de uma situação, mas vivos e prontos para agir.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Albert Einstein

Olá pessoas! Quanto tempo... muitas coisas acontecendo, sem tempo pra postar... Mas vou deixá-los com um vídeo super bacana, sobre Albert Einstein....

Assistam:

E por falar em Albert Einstein, vocês já leram aquele texto dele O Milagre da Vida? Bom, eu acho muito legal aquele texto, então fiz um slide com ele... vou deixar o link do download do slide aqui pra vocês verem. Deixem seus comentários....

O Milagre da Vida! - Albert Einstein

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O Capim

capim

No curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

“Quantos rins nós temos?”

“Quatro!” Responde o aluno.

“Quatro?” Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

“Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala”, ordena o professor a seu auxiliar.

“E para mim um cafezinho!” Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o “Barão de Itararé”.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

“O senhor me perguntou quantos rins ‘nós temos’. ‘Nós’ temos quatro: dois meus e dois seus. ‘Nós’ é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.”

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento. Às vezes, as pessoas, por terem um pouco mais de conhecimento ou ‘acreditarem’ que o tem, se acham no direito de subestimar os outros.

E haja capim!!!

Acompanhem o Blog do Bispo Macedo, mensagens inspiradoras, inteligentes e abençoadas -->Blog Bispo Macedo

domingo, 17 de janeiro de 2010

A Hospedeira


A Hospedeira trata de um romance surreal, onde Stephenie Meyer solta sua imaginação ao criar a 'parasita' Peregrina, uma Alma que viaja entre os mundos espalhados pelo Universo.

O planeta Terra foi tomado por essa espécie alienígena super inteligente, amável, doce e delicada. Apesar de conseguirem tomar o planeta Terra quase completamente, com algumas exceções, são frágeis e mais fracas que os humanos. Porém ao contrário dos humanos, usam a inteligência e não a força.

O livro gira em torno da Alma Peregrina, que foi 'implantada' no corpo de Melanie Stryder, uma rebelde que resiste a ocupação das Almas no planeta. Ao entrar no sistema dos Hospedeiros, as Almas oprimem toda a vontade do corpo hospedeiro, todos seus pensamentos e só utilizam suas memórias, basicamente as usam para viverem as vidas dos humanos hospedeiros.

Mas com Peregrina, uma Alma experiente por já haver passado por oito mundos diferentes, quando a média entre as Almas é de dois a três Mundos, algumas permanecem no Mundo em que nasceram, as coisas porém foram diferentes para ela, Melanie se recusava a abandonar sua vida, seu corpo e entregar todas suas memórias e colocar em risco a vida das duas pessoas que ela mais amava, Jared o homem de sua vida e Jamie seu irmão mais novo, que ainda resistiam.

Peregrina tentava passar pelos bloqueios que Melanie criava insistentemente, mas Melanie resistia, e estranhamente Peregrina sem se dar conta começou a gostar de Melanie, começou a permitir sua presença, quando antes ela deveria oprimi-la até Melanie desistir e se render.

Peregrina (e Melanie) começam a ser perseguidas pela Buscadora* designada para obter as informações tão preciosas nesse momento, as informações de onde estariam os outros humanos resistentes, mas essa era a memória que Melanie mais protegia. Cansada de ter uma Buscadora no seu pé, Peregrina resolve procurar o primeiro Curandeiro** com quem teve contato, o mesmo que a 'implantou' em Melanie. Claro que a Buscadora a seguiria até Tucson, onde estava o Curandeiro Águas Profundas, porém Melanie, ou melhor o corpo dela, se sentia enjoada ao viajar de avião, então Peregrina resolve viajar de carro.

Quando sozinhas Melanie mostra memórias a Peregrina que a fazem querer encontrar Jared, memórias essas que a fazem amar Jared e Jamie assim como Melanie os ama e querer protegê-los. Então começo assim a busca delas pelo esconderijo mencionado pelo tio Jeb, um homem de meia idade meio louco, irmão do pai de Melanie. A caminhada delas pelo deserto é exaustiva, quando percebem que estavam andando pro lado contrário, elas quase morrem desidratadas. São encontradas por Jeb, ele constata que Melanie estava com uma Alma, mesmo assim dá água e a deixa no deserto. Na manhã seguinte volta com vários humanos resistentes, com armas empunhadas, facões, apesar de toda confusão eles a leva para dentro do esconderijo.

Muitas coisas acontecem no esconderijo dos últimos sobreviventes, Peregrina ganha um apelido crido por Jeb, ela passa a ser chamada de Peg, Jamie se apega a ela, ela começa a falar com os resistentes sobre suas viagens entre os mundos, todos começam a aceitá-la, porém os mais importantes não estavam presentes, Jared estava em um incursão junto com o brutamontes Kyle que não aceitava Peg de modo algum. Quando chegam a confusão começa, Jared tenta matá-la, mas Jeb não deixa, ele promete a Jamie que não a faria mal.

Peg ganha um aliado, além de Jeb, Jamie e Doc, ela tem um grande amigo em Ian, irmão de Kyle, além de fazer amizade com mais alguns moradores da caverna, Walter, Trudy, Wes, Lily, Heath. Amigos sinceros que ela poderia contar.

Várias coisas acontecem na trama, muito atraente, interessante, intrigante e surpreendente. Algumas vemos começando a florescer. Eu particularmente torcia para um fim, que dessa vez Stephenie realizou.

As coisas acontecem gradativamente, os pontos altos são quando ela é beijada, algumas vezes e podem me bater, me torturar, mas não digo por quem, quando ela quase morre, e também não digo porque, nem como e nem quando e sua primeira incursão pra buscar remédios no posto de saúde das Almas.

Alguns acontecimentos são chatos, por exemplo, algumas mortes tristes, a chegada a Buscadora que persegue Peg mesmo quando todos já havia, desistido, e o penúltimo capítulo. Sério, quase tive uma síncope, a Stephenie é muito malvada, ela sabe deixar uma pessoa vidrada nas suas obras, ela tem o dom de nos matar de curiosidade, ansiedade, medo e desespero. Confesso que chorei litros no fim do livro.

A Hospedeira é uma boa leitura para quem gosta de emoções fortes, adrenalina, e principalmente amor. Eu não li A Hospedeira, eu devorei, o livro é tão viciante que não conseguia parar, passei a noite em claro lendo o livro, mas adorei o desfecho maravilhoso dado pela Stephenie.



Conheça um pouco mais sobre o livro:

Um romance inesquecível sobre a obstinação do amor e o significado de ser humano:

“É um livro de ficção científica que não parece ficção científica – é sobre um triângulo amoroso com apenas dois corpos. O que mais gostei nesse livro foi de explorar o amor de ângulos tão diferentes. O amor pela comunidade, pelo próprio ‘eu’, pela família – o amor romântico e o amor platônico.” –
Stephenie Meyer

Melanie Stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.

Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.

Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

Críticas:

“A Hospedeira corresponde às expectativas de sua fama: combina ficção científica e romance de uma forma que nunca dera tão certo.” – Library Journal

“Com cenas inesquecíveis e perturbadoras que apontam questões fascinantes sobre distinções entre a essência da humanidade e seu corpo físico, é uma leitura arrebatadora.” – Booklist

“Um thriller de ficção científica atormentador.” Publishers Weekly

Ficha Técnica:

Tradução: Renato Aguiar
Editora: Intrínseca
Autora: STEPHENIE MEYER
ISBN: 9788598078595
Origem: Nacional
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 560
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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* Buscadora: Almas designadas à encontrar humanos resistentes, as unicas almas que conseguiam mentir e conseguiam agir com violência, porém não tão aflorada como a violência entre os humanos.
** Curandeiro: Uma espécie de médico, psicólogo, conselheiro, entre as Almas, eles dão conselhos, curam e ouvem seus problemas, sempre tentando ajudar e resolver seus problemas e suas dificuldades de adaptação.

 
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